quinta-feira, 24 de maio de 2007

Movimento... Sentimento

Com o nosso corpo podemos fazer a arte... ou melhor a arte faz parte de nosso corpo. A dança é a melhor forma de se reparar nessa arte, cada movimento expressa um sentimento uma vibração, ao dançar temos a ligação com o par ou com o grupo mas mesmo ao dançar sozinho há uma maior concentração.



O corpo faz parte da dança e a dança faz parte da musica. É uma obra onde o corpo é a arte, as roupas são as tintas e você é o artista, você é a obra.São os movimentos que faz transparecer a emoção que você quer pasar ao público junto da intensidade e do estilo da musica!!
Podemos ser leve.... rude... agressivo... afetivo... apenas .. dance!!!!!!
por Thais Quintiliano Morais

quarta-feira, 16 de maio de 2007

[...]fonte de reflexão[...]

Confesso que era muito apegado aos filmes hollywoodianos. Aqueles filmes mais comerciais, com aqueles atores bem conhecidos, produções impressionantes e, eventualmente, pouco conteúdo. O cinema alternativo, mais "elitizado" e de acesso limitado, não era parte integrante do meu modo de ver o cinema. Isso, atualmente, não existe mais. Os ditos filmes alternativos nos mostram, na maioria das vezes, muito mais conteúdo e formas de "arte" diferentes e ousadas, do tipo que não encontramos nos blockbusters. Assim, minha busca por esses filmes se tornou maior, devido a relevância que encontrei e, conseqüentemente, dei a eles.

Há alguns dias atrás, assisti a um filme que queria há muito ver. É um tal A Fonte da Vida (The Fountain), dirigido por um tal de Darren Aronofsky e escrito pelo mesmo, juntamente com Ari Handel. Aronofsky, não muito conhecido (infelizmente) já tem outros filmes no currículo, como Pi e Réquiem para um sonho, ambos apreciados pelas mentes que buscam algo de "alternativo". Assim, criava-se uma certa expectativa com relação a esse filme, devido à qualidade inegável dos dois anteriores. A Fonte surgiu. Alguns não ficaram satisfeitos.

Por quê? Porque A Fonte da Vida é, acima de tudo, uma verdadeira fonte de reflexão.

O filme conta a história de um casal, Tommy Creo (interpretado por Hugh Jackman) e Izzi (Rachel Weisz). Izzi possui câncer, e Tommy é um cientista que busca a cura pela tal doença. Além disso, há duas outras tramas que, genialmente, são intrincadas nessa "principal". Uma é a odisséia de um conquistador (Jackman, novamente) que, com ordens dadas pelas Rainha Isabel (Weisz,também), sai em busca da Árvore da Vida. Essa parte, na verdade, vem de um livro que está sendo escrito por Izzi, na história principal. Na outra história, somos apresentados a um novo Tommy (também Jackman), no futuro, numa espécie de viagem no espaço dentro de uma bolha com uma enorme árvore (!!!).

É impressionante como Darren Aronofsky torna o filme um verdadeiro oásis para pensadores. As pontas das histórias devem ser amarradas pelo próprio espectador, por si só, sem direito (felizmente) a explicações simplórias, bastante comuns em filmes atuais. As interpretações, tanto de Jackman quanto de Weisz, são perfeitas, a ponto de um simples choro emocionar profundamente. O filme aborda também o grande amor entre o casal, criando uma maior afinidade entre as personagens e o público.

Não posso, de forma alguma, deixar de comentar o filme na sua apuração técnica e visual. As câmeras funcionam perfeitamente, percebendo-se em algumas cenas aquele leve toque do "alternativo" no longa. As cenas em que Tommy viaja no espaço são absolutamente belíssimas, contando com efeitos especiais feitos com reações químicas, dando um tom de originalidade na beleza das cenas. Além da parte visual, o filme possui uma trilha sonora competente (feita por Clint Mansell), que ajuda a reforçar os sentimentos transmitidos pelas cenas e pelas interpretações.

Com um final primoroso, daqueles de fazer ficar pensando várias vezes depois do filme, A Fonte da Vida se consagra como um de meus filmes favoritos. Recomendado, plenamente. O tal Darren Aronofsky encontra, aqui, um apreciador de sua arte. E o melhor é que, agora, ele quer fazer um épico bíblico, juntando a história de Noé com a realidade do mundo de hoje. Achou ousado? Pois é. Assista A Fonte da Vida.




Por Vitor Moreira Gonçalves.

segunda-feira, 7 de maio de 2007

Deus






Quando somos crianças, aprendemos todas as orações, independentemente de nossa religião, sempre imaginamos um ser grande, poderoso, que fica debaixo das nuvens nos observando e anotando todas as nossas peripécias. Uma das frases que mais escutamos é "Papai do céu vai castigar você se você me desobedecer!".

Crescemos...aprendemos mais sobre todas as religiões, vemos como a maioria das instituições religiosas são injustas, e paramos para nos perguntar...Será que tudo o que nos contaram era verdade? Será que houve um criador? O tal do Adão...da Eva?

Vemos que há pessoas que acreditam em um Deus como a biblía relata, outras acham que ele é um ser presente na natureza, na vida, que ele é simplesmente a vida, e outras pessoas não acreditam em nada, acham até besteira esse assunto.

E é aí que percebemos o mais importante: ele pode não ser um homem, não ser o filho de Maria, não ser o criador do Universo. Mais a partir do momento que acreditamos que há algo que nos rege, que nos guia e que sempre estará dentro de nós mesmos para tirarmos as forças para enfrentarmos tanta coisa ruim que existe no mundo e que nos ajudará até o último instante, estamos acreditando em Deus.


Pode se até resumir ele em um homem...mais é muito mais que isso. É algo para se sentir, crer e não se falar...
Aline Jessica

Beleza Expansional


Estar em sintonia com a natureza é vital...
Podemos fazer com que a natureza interna e externa se combinem corrigindo uma separação que, na verdade, nunca existiu.A busca de retratar a natureza é eterna como a própria natureza.O conceito existente atualmente a respeito da beleza. À menção desta palavra surgem nos cérebros das pessoas mais evoluídas imagens de belas paisagens e sons da natureza, enquanto que nos de outras formam-se apenas rostos de top-models e de artistas de cinema.


Claro que podemos chamar a natureza de bela. Bela ela sempre será, pois sua formação não está sujeita à influência humana. A natureza, aliás, só se degrada de algum modo quando o ser humano sobre ela põe a mão, provocando desequilíbrios em múltiplas formas. Contudo, a beleza da natureza a nós visível é apenas uma parte diminuta da indescritível beleza reinante na obra da Criação, da qual a matéria constitui apenas o último e mais denso plano.

Beleza não é isso. Beleza não se restringe a isso. Beleza é algo muito, muito maior. Ela é o efeito natural e inevitável de todo e qualquer fenômeno que se processa em conformidade com as leis da Criação. Tudo o que age e se molda de acordo com essas leis será belo.

(Thais)



quarta-feira, 25 de abril de 2007

A moda é uma Arte



A procura da beleza na moda faz com que o trabalho do desenhista se aproxime muito do trabalho do artista. Por isso, muitas criações parecem, até mesmo com abras artísticas. Podemos perceber isso, principalmente, na moda de passarela, onde as roupas são diferentes dos modelos ultizados no dia-a dia da população.



O mérito da moda como arte é que, conseguiu estabelecer uma ponte entre a beleza e a vida. A moda é uma arte que se usa, que se leva para a rua, é uma arte de consumo a que todos têm acesso e é, fundamentalmente, uma arte humana. Uma arte feita por e para o homem.



Quando é feita uma coleção, o estilista procura utilizar os mais diferentes tipos de tecidos, diversas cores e estilos, que acabam refletindo de forma bastante segnificante na sociedade. As pessoas passam a seguir o que esses verdadeiros artistas da moda produzem nas passarelas e nas vitrines de lojas.



( Aline Ayumi e Nicole Nicizima)

terça-feira, 17 de abril de 2007

A Vida é uma luta!!!


A vida é uma luta, basta saber como vencê-la.
Desde que nascemos, não só nossos pais mas como todos os que estão ao nosso redor, esperam que sejamos os melhores em tudo o que for possível, então o que fazemos...?
Nos matamos de estudar, deixando de ser criança mais cedo, tomando decisões que nos darão um caminho para toda nossa vida.Dessa maneira nos tornamos adultos precoces que mal sabem cuidar de si mesmos e já devem escolher um caminho para toda a vida.
Isso normalmente, e obviamente, causa um certo estresse que influencia muito na vida de todos, causando depressão, por motivos quais quer, em pessoas que ainda tem muito pela frente, muito a aprender e ensinar. Essa pressão, não só dos pais mas também da sociedade, deixa as pessoas muito nervosas, faz com que elas percam a calma facilmente, proporcionando assim, no local onde vivem, estudam ou trabalham, um ambiente mais hostil, muito mais propenso a conflitos que só agravam a situação da própria pessoa.
Devido a esses fatos muitas pessoas procuram certos meios de se acalmar, aliviar essa pressão de uma maneira que não mude suas vidas, mas sim que mostre a mesma de um outro ponto de vista. Um bom exemplo disso é a prática de artes-marciais.Geralmente elas servem como defesa pessoal, é o que a maioria pensa, mas é com a prática desses esportes que as pessoas conseguem encontrar uma maneira de liberar o estresse.Não pense que é batendo nos outros que você ira terminar com seus problemas, mas sim analisando e encontrando a melhor maneira para resolvê-los, e muitos acreditam que o melhor meio para se aprender a pensar antes de agir é exatamente através das artes-marciais, que para alguns funciona como um ponto de fuga da realidade cansativa e estressante que acabam se tornando suas vidas. Se eu tenho um conselho para lhes dar, é o de aproveitarem a vida, através do meio que seja, arte-marcial ou não, o máximo possível, pois só assim irá descobri a verdadeira intensidade do bem mais precioso que Deus nos deu.



Por Robson

segunda-feira, 16 de abril de 2007

Games também são Arte!

Imagem do game God of War


A tecnologia cada dia mais nos proporciona diferentes formas de trabalhar e se divertir. O avanço da imagem, com os artifícios que são a televisão, o cinema, a fotografia, assim como a música cada vez mais diversificada nos traz ao mundo da cultura, que pode ser questionável até a última nota e até a última imagem. A variedade que nos é fornecida atualmente não deixa dúvidas da capacidade humana de criar e fazer, para o próprio prazer.
Há um campo da tecnologia, porém, que ainda sofre preconceito (ou pré-conceito, como desejar) e é totalmente desconsiderado quando o assunto é arte: os games. Tratados ainda, na maioria das vezes, como “coisa de criança”, os diversos sistemas e consoles podem trazer adoráveis momentos de diversão, emoção e contato com a arte. A falta de contato e, conseqüentemente conhecimento, cria uma barreira a esse tipo de hobby que, atualmente, ganha cada vez mais força.
O trabalho e a preocupação com a arte nos games são, hoje, fatores decisivos na produção dos mesmos. Há até mesmo diretores de arte, fotografia, sonoplastia e etc. que participam ativamente na elaboração dos jogos. Além disso, para quem acha que videogame é apenas bonequinhos se mexendo e matando ou carrinhos bonitinhos batendo, o roteiro dos jogos é muito valorizado, ao ponto de a história de alguns jogos colocar muitos e muitos filmes que estréiam por aí “no chinelo”.

O inspirador Shadow of the Colossus
Que apreciador de arte não se impressionaria com a pureza e a poesia explícitas no jogo Shadow of the Colossus, para o sistema Playstation 2. Ou então, com a fotografia e arquitetura fenomenais de um God of War, também para o Playstation 2, no qual a história tem como tema mitologia grega, com direito a deuses e tudo. Além do espetáculo visual que essas obras proporcionam, a forma como conduzem o jogador através da história produzem emoções e sensações sem preço, que não perdem em nada para um bom filme.

A beleza pintada de Okami
Os jogos citados acima trabalham com um estilo gráfico realista, com o objetivo de aproximar os cenários e personagens da realidade. Há atualmente, também, jogos que trabalham com outros estilos, tudo para trazer as pessoas que estão jogando diferentes tipos de apreciação. Um ótimo exemplo desse tipo de jogo é Okami, que reproduz com maestria a arte japonesa, dando uma impressão de pintura viva.


O futurista e requintado Gears of War

Uma nova geração de consoles e sistemas está chegando, o que é bom tanto para quem joga quanto para quem repara na parte artística. Um bom exemplo disso é Gears of War, para o novo console da Microsoft, o Xbox 360. No novo game, a direção de arte também é minuciosa, trabalhando com os detalhes e utilizando um grande potencial que está apenas começando nessa nova geração.



O lendário Legend of Zelda


Um dos eternos Final Fantasy

Vê-se, portanto, que o trabalho das equipes produtoras de games não são apenas para “criancinhas”. A arte também está presente, sempre impressionando pela qualidade e dando ao jogo um maior tom de superprodução. Há aqueles que apreciam mais os clássicos, como um Legend of Zelda ou um Final Fantasy. Mas todos os que gostam de arte deveriam tentar, mas tentar pouco. Porque, sem sombra de dúvidas, é perigoso voltar aos belos “tempos de infância”.
(Vitor Moreira)